O Colecionador Que Mais Manuscritos Tem

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O Colecionador Que Mais Manuscritos Tem 1

�Que sensibiliza alguém a arrecadação de manuscritos de eximios protagonistas da política, as artes, a ciência e a literatura? Quando nasce o sonho de perseguir rubricas de egregias figuras do passado? Sua história é um exemplo de como a paixão de colecionar equipamentos é uma paixão que surge pela infância. Foi em 1970, quando, aos 12 anos, nasceu sua pulsão pros autógrafos.

Esta história estimulou ao adolescente e enviou uma carta a J. R. R. Tolkien, o ilustre escritor, autor de O senhor dos anéis. Mas a organização acababou em fracasso. “Ao cabo de umas semanas, respondeu a secretária contándome que não podia atender meu pedido”, conta.

Após esta maiúscula decepção, decidiu entrar em contato com outro de seus admirados artistas: o cineasta francês François Truffaut. Escreveu-lhe uma carta felicitando-a pelo acolhimento de seu segundo filme, O nanico selvagem. Mas após inúmeros meses de espera, a resposta não chegava. Até que, abandonado toda a expectativa, ganhou um livro do roteiro do vídeo é assinado pelo realizador francês e com uma dedicatória personalizada.

A alegria foi transbordante. “A Truffaut eu devo tudo, em razão de vi que não era um sonho impossível”, garante. Apesar da impiedade demonstrada por seus pais, sempre que iniciava tua carreira de bibliófilo, encontrou dentro de tua família a em torno de respeitáveis aliados que incentivaram a tua paixão. “Me ajudou muito meus tios, embaixadores do Brasil em Londres. Lhes pareceu divertida a minha nova paixão.

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Me mandaram diversos manuscritos e cartas”, comenta. Através desse sistema postal, que passou por 4 anos de idade-até os dezesseis – conseguiu por volta de 300 autógrafos de personalidades de importância mundial. Mais tarde, descobriu que os autógrafos que conseguia a partir de pedidos postais podia adquiri-los a partir de vendedores especializados. Um sobre isto assinado pela Rainha Vitória, constituiu a sua primeira compra. Livrarias de velho, particulares e leilões foram a começar por assim, o refúgio da inconfundível paixão de Pedro Correia. Com dezessete anos começou a trabalhar em um banco.

Com teu primeiro salário pôde começar a elevar a qualidade de suas aquisições. Tudo o que ganhava eram empregadas na sua coleção principiantes. Apesar de tua idade, também empregava truques de experiente investidor. “Às vezes, comprava um manuscrito em França e o comercializado nos EUA.

desta forma, conseguia obter um dinheiro que voltava a investir pela coleção”, conta o escritor. Mais tarde, conseguiu entrar no mundo da bibliofilia e da arte. Há 20 anos, é o representante no Brasil da Sotheby’s, a residência de leilões mais antiga e mais famosos do mundo.

E portanto, pouco a insuficiente, a partir desta atalaia privilegiada chegou a englobar até mais de 30.000 manuscritos em seus 35 anos de carreira como colecionador. Um chalé-arquivo. Antes de qualquer coisa, pra possuir uma coleção tão vasta de arquivos você precisa ter um espaço onde arquivá-lo. Pedro Correia teve que aplicar uma das duas casas que tem pela domínio pra acomodar tão gigantesco mostruário de manuscritos. “Vivo no Rio de Janeiro e guardo minha coleção em um chalé que eu tenho em São Paulo. Lá, no caminhar de nanico, eu tenho todos os meus manuscritos guardados com sistemas de protecção contra o fogo”, garante. Um desdobramento de espaço e energia que a tua família resiste estoicamente.

“a Minha mulher suporta muito bem. Há coisas que divertem e, algumas vezes, até se envolveu em um dos meus projetos”, explica. Mas com os filhos é distinto. “Nenhum deles vai prosseguir com o meu gosto pelo coleccionismo de autógrafos”, declara, com direito desânimo. Com cada documento estima que, mesmo com o mais insignificante, Pedro Correia sente que faz uma viagem no tempo.

“Esta torcida faz localizar muitas coisas, se enriquece muito culturalmente, pelo motivo de constitui um interessado caminho científico e pedagógico”, garante. Ademais, considera que esta maneira de coleccionismo, representa o contato mais próximo que se poderá atingir com alguém desaparecida há anos.