Arte E Inteligência Artificial: O Lado Criativo Das Redes Neurais

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Arte E Inteligência Artificial: O Lado Criativo Das Redes Neurais 1

apesar de as promessas de criatividade publicitária fornece o emprego de ferramentas baseadas em Inteligência Artificial, ainda são poucas as campanhas realizadas com alguma delas. A ausência de tempo e de recursos financeiros destinados às mesmas.

Quase com toda a possibilidade, assim, a tecnologia não será usado pra avançar em direitos e liberdades, ou para elaborar um governo mais versátil e capaz, contudo para suportar uma tirania. A ordem liberal necessita, desta forma, enfrentar a realidade de que nasceu pela Ásia, um antagonista de uma extensão crescente e que a tua visão do universo colidir de forma direta com alguns valores liberais fundamentais. Esta colisão será mais rigorosa pelo crescente exercício de tecnologia por quota do governo chinês e aqueles que optarem por seguir o seu exemplo. O encerramento da Guerra Fria levou vários a reflexionar que a Rússia se reincorporaría ao mundo ocidental; que o país seria uma transição para um modelo democrático e abriria a sua economia.

O grande antagonista dos EUA se converte, desse modo, em um aliado mais. Não foram poucos os que pensaram que qualquer dia Rússia poderia até entrar pela UE e na OTAN. Já há mais de uma década, contudo, o regime de Vladimir Putin foi colocada abertamente contra essas teses.

A disputa entre a Rússia e a Geórgia em 2008, entretanto, além de tudo, o combate na Ucrânia, com a anexação da Crimeia e o combate no Donbás, acabaram com a esperança de uma Rússia alinhada com o Ocidente. Nestes momentos, tanto os EUA como a UE mantêm rígidas sanções econômicas contra a Rússia e a ligação diplomática entre esses blocos atravessa seu pior instante desde a queda da Cortina de ferro.

A política externa russa, tornou-se, dessa maneira, o segundo fator de cerco à ordem liberal. Surpreendentemente, não são no entanto os conflitos diplomáticos e militares na divisa russa, que definem com superior clareza o parecer da Rússia a respeito da ordem liberal internacional. São as ações no ciberespaço e, essencialmente, a interferência em processos eleitorais, no Ocidente, o que se torna mais revelador. É por esse espaço onde a Rússia tem sido, quem sabe, mais ativa e onde suas ações mostram uma maior coerência.

O que os ataques aos processos eleitorais desenham é, de modo mais evidente, uma desejo de enfraquecer a ordem liberal e suas corporações. É esse o pretexto que leva as campanhas russas de desinformação e de intervenção a apoiar candidatos que questionam a UE, da NATO ou da integridade territorial dos estados que compõem estas organizações.

  • Diz que Sevilha estamos indo para as mãos. Entre em fatos
  • Fornecer soluções pra dificuldades de linguagem natural
  • É móvel e avança com o exército
  • 69 Nome de usuário não adequado
  • 2 Windows 98 (1998)
  • Bloco de feno
  • 5 Windows dois mil Advanced Server Limited Edition
  • Francês: Dalmatie, Transcarpathie (uma com -t-, a outra com -th-)

A um nível muito mais sutil, todavia, o que liga estas campanhas é uma desejo de corroer a fé que têm os cidadãos ocidentais em sua própria inteligência para conseguir verdades coletivas. Isto é, busca semear a indecisão sobre a perícia de fazer um debate público saudável, verdadeira e conexo.

por este campo, ao similar que no caso chinês, a tecnologia tem desempenhado um papel fundamental pela erosão da ordem liberal. O ciberespaço abre uma nova fronteira de colisão de interesses estratégicos e obriga-se a Ocidente a defender assim como por este espaço da democracia e suas corporações.

No ano de 2010 se inicia no mundo árabe uma cadeia de levantes populares que pediam a democratização da região e maiores oportunidades econômicas. As revoltas terminaram produzindo a queda dos regimes de Ben Ali, pela Tunísia, pela Líbia, pela Líbia e Mubarak no Egito. Também houve levantes no Iêmen, Bahrein e Síria.

A amplo esperança dos próprios cidadãos árabes e de diversos analistas internacionais era que estes movimentos levariam a um Oriente Médio mais democrático e próspero. Nove anos depois, a democracia sobrevive apenas na Tunísia, sempre que que pela Líbia e no Egito foram atravessado períodos de enorme instabilidade, mesmo de anarquia. O caso egípcio é, quem sabe, o mais emblemático por este procedimento de regressão liberal com o regime do marechal al-Sisi levando a cabo políticas mais repressivas do que as do deposto hosni Mubarak. De fato, uma análise da localidade revela que todos os países que passaram pela Primavera Árabe, salvo Tunísia, têm regimes mais repressivos que, no início das revoltas.